Mia POV
Estava fazendo minha relação e cuidando da empresa, quando ouço tiros e um bandido entra na minha sala, nunca pensei em vê-lo na minha frente, ele é tão misterioso.
Um criminoso que minha empresa vivia atrás. Eu nunca pensei que ele fosse lá para roubar e matar pessoas, já que sua profissão é traficar. Eu sabia que o único motivo era vim atrás das nossas pesquisas sobre onde ele se escondi. Eu pudi ver em seus olhos.
Aliás, olhos muito lindos, se não fossem olhos tão crueis e vermelhos pelo cigarro, o cabelo levemente arrepiado em um topete.
Ao me ver ele mordeu os lábios.
Jason: Mia Paizan?
Eu: Ja-jason Mccann? - gaguejei.
Jason: O próprio, ao vivo e a cores.
Eu: Nunca pensei que te veria aqui.
Jason: Eu também, você sabe que minha praia não é essa, mas você sabe porque eu vim para cá.
Eu: Para dá um fim sobre nossos planos e nossas pesquisas sobre capturar você?
Jason: Boa garota. Mas, você também não sabe que eu vim atrás dos dólares de vocês.
Eu: Você é um completo idiota. Filho da puta!
Jason: Ei, é melhor não repetir isso de novo. Ou vai fazer companhia para seus colegas de trabalho, que a essa hora, já devem está todos mortos.
Eu: Você matou meus funcionários? Meus amigos do trabalho? - uma lágrima rolou em minha face.
Jason: Nada de choro. Agora me conte, onde está o cofre?
Eu: Eu nunca vou te dizer.
Jason: Não seja tola, o Max, meu capanga mais eficiente, me disse que a sala do cofre está aqui neste escritório e é alguma sala. Tipo essa! - Ele apontei para uma porta vermelha que estava presa a um cadeado.
Eu engoli em seco.
E quando ele atirou e explodiu a fechadura da porta, vendo o cofre e nossos milhões de dólares.
Um anjo apareceu. As pessoas sempre falam que anjos existem e são pessoas que vem para ajudar nossas vidas nas horas necessárias.
E o anjo era o David, meu estagiário, ele era eficiente, mas havia chegado a pouco tempo e por isso eu não podia promovê-lo.
Ele o acertou com uma cadeira de ferro. Coisa que eu nunca faria - às pessoas vêem eu, como uma mulher misteriosa e capaz de tudo, mas na verdade, eu sou mole e tenho um coração de pedra.
Fiquei com pena de Jason, mas fiquei feliz por ele não ter roubado nossos dólares e me matado.
Eu: David! - exclamei.
David: Mia. - ele me abraçou.
Eu: Eu não acredito que você fez isso.
David: Eu tinha que fazer.
Eu: Será que ele morreu?
Me desvencilhei daquele abraço e corri para tirar a cadeira de cima da cabeça de Jason, que estava desmaiado.
David revirou os olhos.
David: Tem que ser menos boazinha, o cara tentou te matar.
Eu: Eu não posso deixá-lo fugir, preciso entregá-lo para a polícia. Algum capanga dele ainda está lá?
David: fugiram todos quando a polícia chegou, mas mataram todos os funcionários.
Eu: Não! - lágrimas escorriam pelos meus olhos.
David: Não chora Mia. - ele apoiou minha cabeça em seu ombro.
O filho da puta, Jason, acordou.
Aquela pancada não foi o suficiente.
David: Ele está acordando. Vou acertar outra pancada.
Eu: Não, assim vai matá-lo. Ele precisa pagar por tudo que fez.
David: E o que fazemos?
Eu: Eu vou descer e falar com a polícia, você fica aqui. Vamos prender ele.
Infelizmente não foi bem assim que aconteceu. Jason acordou e acabou fugindo. David não pode fazer nada, pois o Jason o mataria.
Eu vou acabar com aquele Jason, não vai ficar assim. Eu juro.
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