Lucas: Chefe, já podemos invadir?
Esse era o Lucas, o mais novo, o consideramos o caçula da gangue, e eu sempre tento protegê-lo, afinal, o garoto tem 14 anos. Mas, eu tenho que treiná-lo para não ter medo e espero que ele se saía bem hoje.
Eu sei que muitos não vão sobreviver, até porque a Amber tem seguranças, e tem armas. Mas, eu tô pouco me fudendo, eu só quero destruir essa empresa.
Eu: Sim Lucas, vamos invadir.
Em instantes, meus 50 homens, mas o reforço que conseguimos da gangue afiliada a nossa, invadiram a parte terrea do prédio. Minha ordem era matar todos e foi isso que fizeram. Havia sangue em todos os lugares. Enquanto meus homens faziam o serviço de matar e destruir a empresa inteira, além de tocar fogo em todos os papéis. Eu me concentrei no último andar. Aquela empresa tinha 3 andares!
E no último andar, havia meu tesouro. O cofre. O cofre onde guardavam pelo menos 2 milhões de dólares, aquela grana ia ser minha. Segundo o Max, o cofre estava numa sala, dentro do escritório da tal gerente, a Mia.
Beleza, eu ia dá de cara com a gostosa.
Subi as escadas, odeio pegar elevador. Quando cheguei, dei de cara com uma porta. Era o tal escritório. Abri, já com uma arma na mão, e pudi ver uma gata, porra, uma gostosa dos olhos azuis.
Ela estava sentada.
Eu: É melhor me dizer onde tá a porra do cofre! - Apontei uma arma pra ela.
Xx: Quem é você? O que está acontecendo?
Eu: Não era eu que você e sua empresa de merda queriam? Sou eu, Jason McCann, o maior traficante de drogas da América do Norte.
Xxx: E o que você faz aqui?
Eu: vim acabar com essa empresa e de quebra ficar com os dólares de vocês, otarios!
Xxx: Isso se eu deixar!
Eu: Só se você der sua buceta pra mim! - disse irônico.
Xxx: ora não se atreva a falar com Mia Paizan.
Eu: ah, então é esse o seu nome?
Eu estava me segurando para não apertar aqueles seios e aquela bunda, Mia era algo completamente único, eu nunca vi uma mulher tão linda e ousada como ela. Se fosse como as vadias que eu costumo transar, estaria pedindo uma foda comigo, ou estaria calada com medo de morrer. Mas, Mia não, ela não teve medo da minha arma, ela foi ousada e isso me chamou bastante.
Eu: e aí? Vai me deixar entrar na sala do cofre ou vou ter que estourar seu cérebro?
Mia: Já falei que nunca vou dizer onde é o cofre.
Eu: Não seja tola, o Max, meu capanga mais eficiente, me disse que a sala do cofre está aqui neste escritório e é alguma sala. Tipo essa! - Eu apontei para uma porta vermelha que estava presa a um cadeado.
Mia engoliu seco.
Eu: É esta? - não a esperei dizer uma palavra sequer e dei um tiro que fez a porta abrir - É o cofre! - exclamei.
Eu poderia entrar, mas sentir uma pancada na cabeça que me fez cair desmaiado no chão.
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Próximo capítulo --->
continuaaa
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